Março 1, 2008 por Paulo Renato Lima
Porque não estas satisfeito?
Sente algo que não sinto?
Ou sente algo que não quero sentir.
Ou mente achando que engana o instinto.
Espetam por dentro fagulhas,
castigam sem dó o meu ímpeto.
Não levam em conta o brilho,
da tarefa que executo e vivo.
Me sinto perdido, acho que ferido,
estará a minha saúde em perigo?
Não sei o que sei,
só sei o que eu sinto.
Realeza perdida…
Não minto … não minto…
Vivo inventando idéias para que aquela seja nossa lua,
acho que sou muito bobo e devia deixar ela lá,
pois estou descontente com essas bobagens que escrevo,
nunca levam a nenhum lugar…
e não são lidas nem por mim,
nem por vocês,
nem por ninguém…
isso sim me faz chorar…
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Março 1, 2008 por Paulo Renato Lima
Me sinto fraco,
sinto sono,
faço escândalo,
com pouco incômodo.
Me desespero,
na minha lida,
sigo na estiva,
pra te levar.
Frase feitas,
o carpinteiro,
tudo perfeito,
pra encaixar.
Dança de roda,
princesa aquela,
atende fera,
mal pude olhar.
Instinto nobre,
parece pobre,
como zumbido,
não vou negar.
Me entristece,
é quase um blefe,
viro a esquerda,
pra escapar.
Mas sinto culpa,
posto que loucos,
vencem ladeiras,
sem reclamar.
Venho depressa,
só tenho essa,
frase dispersa,
pra lhe falar.
Posso estar fanho…
Posso estar mudo…
Mas ao te ver…
Tudo…
Se põe…
No luGar…
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Março 1, 2008 por Paulo Renato Lima
Tantos desenganos me perseguem,
não reclamo.
Os meus parcos anseios
se rendem aos deslizes.
Incapacitado,
se vai o meu ânimo.
Após ricochetear,
a pedra afunda no pântano.
De tanto errar já não me envolvo tanto,
não diferenciando o riso do pranto.
A lira e o canto adormecendo,
leva o meu fôlego como um veleiro.
Parte sem luta, sem grandes conquistas…
Pedindo distância do ódio e cobiça…
Já atolado…
Num Mar…
de Preguiça.
Paulo Renato Lima – 05/05/2005
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Março 1, 2008 por Paulo Renato Lima
“Eu sou péssimo para falar dos outros, talvez porque o que eu tenho em mente sobre as pessoas seja muito distorcido da realidade, para mim as pessoas sempre são muito boas.
Talvez a parte podre só fique guardada no meu inconsciente para quando seilá talvez eu precise….”
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